Se a era 16-bits dos games já nos parece estranha, vintage, embora de imersão muito complicado devido aos mais gráficos e sonoridade, um jogo daquela época atravessou os tempos, resiste até os dias de hoje entre os títulos cult e, ao fim, pode-se dizer que inaugurou ferramentas e dispositivos que usamos, hoje, nos jogos de mundo aberto. Estou falando de W...
O quão belo é explorar os limites da tristeza? Quando se trata das animações japonesas, percebe-se que há um fascínio dos mangakás e estúdios de animação por histórias catárticas, puxando pelo mais melancólico e triste, sempre deixando ao espectador uma necessidade de reflexão que não tem fuga...
Já lá se vai mês e meio desde que “Ainda estou aqui” (2024), de Walter Salles, venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional, embora não tenha podido dedicar algumas linhas analisando e refletindo o filme, já que, quando fui ao cinema vê-lo, era ainda dezembro e o Literatura e Jornalismo ainda era uma ideia que seria executada pela Plant Cria&cce...
Bernard Cornwell, que tem seus livros publicados no Brasil pela Record, foi meu mestre nesse assunto! Hoje passo rapidamente para falar sobre recursos para cenas de ação e sobre o escritor britânico Bernard Cornwell, fundamental para a criação das minhas cenas de batalha… Ainda falarei muito sobre ele e especificarei os livros que me inspiraram em muitas de minhas princip...
“Ryse: son of Rome” (2013) é um jogo que ficou apagado na história dos games, e que nem necessariamente deve ser qualificado como “subestimado”, mas que introduz um elemento interessante ao gênero “hack and slash”, tão popular entre as gerações PS2 e PS3/Xbox360. Antes do estabelecimento dos jogos de mundo aberto, nessa ...